Madrugada de verão


Noite velha.
Varandas floridas.
Estrelas cadentes.
Frias ventanias.

Redes balançando e embalando sonhos
Antigos como estampas
Floridas, desbotadas,
Das salas de antanho.

Velha lua bêbada tropeçando em astros
E formando halos cálidos em gélidas nuvens
Com seu bafo amargo de puro absinto.

Gravataí, 3 de janeiro de 2016

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