O ASSASSINATO DE CRISTO – III


Aí vai, para distração dos leitores, publicado mais um capítulo do anexo final do livro de Wilhelm Reich, enquanto não arranjo tempo, entre as fraldas da Isadora e os consertos da casa (transformado que estou no perfeito “pai de família”, domesticado e burocratizado), para escrever texto original:

 

A RAIZ RACIONAL DA “RESSURREIÇÃO”

A peste divide e separa os homens excluindo o que é comum ao homem.

O novo líder verá claramente a raiz comum e o significado emocional do credo Católico e do credo Fascista Vermelho: a “ressurreição de Cristo”, i.e., a RESSURREIÇÃO DA VIDA NO HOMEM. A ressurreição da Vida implica inevitavelmente a ressurreição do Amor, do Amor genital pleno, fluente, congregador. Sendo a Vida e o Amor eterno nos corações dos homens, Cristo NÃO PODERIA ter morrido; ele se levantou novamente, no sentido emocional da palavra. As pessoas carentes de Vida, carentes de Amor, simplesmente não se renderiam à morte final, irrevogável do Amor e Vida. Tinham de permanecer vivos pela ressureição; TINHAM DE ser como elas os sentiam em seus corpos, movendo e animando os membros: imortal, não importa se como uma alma imoral, ou espírito imortal, ou Cristo imortal “dentro de ti” ou como Cristo imortal “no céu”. Cristo, por sua própria vida, significava emocionalmente para as pessoas a ressurreição do Amor autêntico, primal, do corpo. Sua existência mistificada depois de sua morte apoiava-se, conseqüentemente, numa base racional, i.e., a ressurreição divina de Cristo, por volta do século quatro d.C.

Mas essa mistificação tinha, ao mesmo tempo e sob a pressão da compulsão a continuar o Assassinato de Cristo dentro deles mesmos, removido para os céus, para bem longe do alcance do homem, a relização da Vida e do Amor. O Filho do Homem teve de morrer primeiro antes de poder alcançar o céu e o puro Amor e a Vida eterna.

Um outro setor da humanidade revoltou-se contra esta mistificação, deificação, transposição e transfiguração da Vida viva no Corpo, cerca de mil e quinhentos anos mais tarde. Esse setor da humanidade não desejava morrer antes de viver uma v ida plena; queria o Céu na terra imediatamente e de uma forma prática: teria de ser dado e garantido pelo “movimento de libertação”, que instituiu as leis da libertação da camisa-de-força matrimonial e do Assassinato de Cristo no útero: isto foi o movimento Comunista primitivo de 1900-1917, dois mil anos d.C., que começou com o pensamento materialista no século XVII.

A raiz comum de uma Cristandade de dois mil de idade e de um racionalismo mecanicista de trezentos anos de idade, que culminou no Fascismo Vermelho russso imperialista, enraizando-se verdadeiramente nas emoções humans, é a libertação do fluxo do corpo, seja ela chamada de Liberdade ou Cristo, pouco importa. Couraça mais pornografia no homem transformaram Cristo em papado;  transformaram o fluxo do corpo em Pecado, e Comunismo original em Fascismo Vermelho. Ambos mistificaram suas raízes originalmente racionais nos sonhos e anseios racionais do homem. A Cristandade e o Comunismo voltaram-se ambos contra suas origens e fontes de força nas raízes de sua existência contínua, contra a Vida e o Amor no corpo. Tinham de fazê-lo, ambos, uma vez que a estrada para a Vida viva no corpo estava fechada nas pessoas que os levaram e os alimentaram no poder. Ambos tinham de cair na mistificação e no Assassinato de Cristo, cada um a seu próprio modo. E, finalmente, a diferença quanto à forma de supressão de Cristo fez com que um se voltasse contra o outro, com a ameaça de futuro morticínio em massa. Essas são as realidades do campo, como que em contraposição à representação teatral que fala de espiões contra o Estado, ou do Pecado versus o Espírito Santo.

Vista a partir das raízes comuns e significados emocionais da Cristandade e do Comunismo, a solução de sua animosidade recíproca, em princípio, é simples. Um novo líder poderia dizer-lhes ou dir-lhes-á:

Parem de tagarelar sobre espiões e mães-pátrias e pais-pátrias de Pecados e fumos sagrados. Vocês diferem apenas quantos aos caminhos que escolheram para assassinar Cristo. É irrelevante se pela mecanização ou pela mistificação e transfiguração. Em ambos os casos ele está morto. É irrelevantge o fato de se chamar o seu domínio de Reino dos Céus ou a Terceira Fase do Comunismo. Vocês não conseguirão alcançá-lo porque mataram, muito tempo atrás, o  que por si só pode conduzir até a sua terra de sonho. Para alcançar seu destino prescrito vocês devem reinstaurar Cristo no seu sentido original: como Amor no corpo, como libertação do Amor das cadeias de uma humanidade congelada, como liberdade da mente para investigar e viver sua raiz no fluxo do sangue e do corpo. Vocês estão enraizados em um único e mesmo anseio do homem. Se vocês levarem a sério o que pregam, retornarão à sua origem e ajudarão a relizar o sonho do homem, sonho que é realizável. Cessarão de punir criancinhas por tocarem Cristo ou adolescentes por viverem Cristo no corpo como o próprio Cristo viveu. E reinstaurarão as primeiras leis que estabeleceram no sentido da libertação de Cristo dos corpos amortecidos. Vocês trarão o Reindo de Deus e a verdadeira irmandade dos povos. Vocês têm, ambos, o poder para assim fazer.

O inimigo da Vida e do Amor em ambos os domínios, Cristão e Comunista, o inimigo da criança, inevitavelmente se levantará e combaterá o novo líder. Manterão o interesse do homem enfeitiçado em formalidades vazias e na condenação do amor corporal e do patriotismo e na propaganda belicista ou pacifista e extermínio de inimigos do Estado e muitas outras coisas cujo único objetivo é engabelar Deus e deixar o Diabo reinando. Estes inimigos em ambos os campos, hostis um em relação ao outro, certamente se unirão para combater seu novo adversário comum, o Amor de Cristo. Esse amor é o verdadeiro adversário deles, pois virará sua organização e existência inteira de cabeça para baixo, a menos que retornem a seus significados emocionais originais no homem. 
 
Para a igreja, voltar ao Cristo de 25 d.C., e para o Comunismo, voltar aos velhos sonhos de uma irmandade humana internacional de 1848, é pensável, teoricamente possível. Salvaria ambos os movimentos da queda inevitável num marasmo terrificante, uma vez que a Vida comece a marchar nas ruas das grandes cidades da Terra. Mas eles o farão, poderão fazê-lo? Eles não conseguem fazer a grande virada porque estão enraizados em almas pesadas, petrificadas, congeladas, que tiveram de carregar o último lampejo de um velho sonho ao longo dos tempos, o sonho de um Cristo Vivo e de um Deus amoroso e de uma comunidade pacífica.Para a igreja, voltar ao Cristo de 25 d.C., e para o Comunismo, voltar aos velhos sonhos de uma irmandade humana internacional de 1848, é pensável, teoricamente possível. Salvaria ambos os movimentos da queda inevitável num marasmo terrificante, uma vez que a Vida comece a marchar nas ruas das grandes cidades da Terra. Mas eles o farão, poderão fazê-lo? Eles não conseguem fazer a grande virada porque estão enraizados em almas pesadas, petrificadas, congeladas, que tiveram de carregar o último lampejo de um velho sonho ao longo dos tempos, o sonho de um Cristo Vivo e de um Deus amoroso e de uma comunidade pacífica.
Não importa o quanto será difícil: não poder haver um momento de hesitação quando se trata de manter o Cristão e o Comunista igualmente conscientes de suas origens e significados nas almas das pessoas.
 O  novo líder usará muitas formas Não importa o quanto será difícil: não poder haver um momento de hesitação quando se trata de manter o Cristão e o Comunista igualmente conscientes de suas origens e significados nas almas das pessoas.de distrair a atenção inflamada do Homem da cheteação atual para centrá-la no interesse  pelas gerações futuras. E até que a paz tenha retornado à terra devastada pela peste, o centro é, e continuará sendo por muito tempo, o “Deus” vivo nos sentimentos fluentes da Vida no corpo, e todo o conhecimento em biologia, medicina e educação necessário para reger a Vida viva do homem nas crianças recém-nascidas de todo o planeta.

Uma humanidade imobilizada, instalada, está esperando por uma resposta à sua busca dos caminhos da Vida viva. Enquanto ela moureja com um parco mínimo de subsistência, esperando, sonhando, sofrendo agonias, submetendo-se a novas servidões após séculos de revoltas fúteis, está atrapalhada por teorias e dogmas sobre o viver humano. Acrescentar um novo dogma da Vida humana no amontoado de filosofias, religiões, e prescrições políticas, significa acrescentar mais confusão à edificação da Torre de Babel. A tarefa não é a construção de uma nova filosofia de vida, mas o desvio da atenção dos dogmas fúteis para UMA questão básica: POR QUE ATÉ AGORA FALHARAM TODOS OS DOGMAS SOBRE COMO VIVER A VIDA?

A resposta a este novo tipo de questão não será uma resposta à questão da humanidade imobilizada. Contudo, pode abrir o caminho para nossas crianças, ainda nãos nascidas, buscarem na direção correta. Através dos longínquos tempos passados,  no processo de nascerem, elas carregaram todas as potencialidades dentro de si mesmas; e ainda as carregam. A tarefa é desviar o interesse de uma humanidade sofredora de prescrições infundadas para A CRIANÇA RECÉM-NASCIDA, A ETERNA “CRIANÇA DO FUTURO”.  A TAREFA É SALVAGUARDAR SUAS POTENCIALIDADES INATAS PARA QUE ENCONTREM O CAMINHO. Assim, a criança, ainda por nascer, torna-se o foco da atenção. Ela é o princípio funcional comum de toda a humanidade, passada, presente e futura. Ela é, devido à sua plasticidade e por ser dotada de ricas potencialidades naturais, a única esperança viva que resta neste holocausto do inferno humano. A CRIANÇA DO FUTURO COMO O CENTRO DA ATENÇÃO E DO ESFORÇO HUMANO É A ALAVANCA QUE NOVAMENTE UNIRÁ A HUMANIDADE NUMA ÚNICA COMUNIDADE PACÍFICA DE HOMENS, MULHERES E SEUS DESCENDENTES. Em poder emocional, como um objeto de amor por toda parte, independentemente de nação, raça, religião ou classe, ela supera em muito qualquer outro interesse do esforço humano. Será o vitorioso e redentor final, de uma forma que ninguém pode ainda prever.

Isso parece ser óbvio para todos. Como é possível, então, que ninguém até agora tivesse concebido a idéia de centrar o próprio esforço nesta simples esperança e alavanca da verdadeira liberdade? Unir o homem nesta base e esvaziar seu interesse mal dirigido de convulsões fúteis, sem objetivo, sem sentido, sangrentas?

A resposta a essa pergunta foi dada: o homem vive e age, hoje, de acordo com pensamentos que se produziram a partir da separação do tronco comum da humanidade em incontáveis variedades de pensamento que se contradizem uns aos outros. Mas a raiz e o tronco comum da humanidade permanceu o mesmo: ter nascido sem idéias, teorias, interesses especiais, programs de partido, roupas, conhecimentos, ideiais, ética, sadismo, impulsos criminisos; ter nascido NUA, tal como o poder celeste a criou. Esta é a raiz e tronco comum de toda a humanidade. Conseqüentemente, isso contém o interesse comum e o poder de unificação da humanidade. É concebido pela própria condição de sua emergência no mundo para estar tanto além e acima como no fundamento de tudo aquilo que o homem pensa, age, faz, aquilo por que se esforça e morre.

Uma breve observação, enfim, pode mostrar de que modo o tipo de pensamento influencia o uso ou a rejeição desta raiz e o tronco comum:

O mundo do Fascismo Vermelho, inteiramente mecânico em seu sistema econômico e perfeitamente místico em sua maneira de conduzir os negócios humanos, encontra-se mal equipado para fazer qualquer coisa a respeito do homem instalado no lugar e imóvel, com o qual se defronta. Em nítida contraposição aos seus fundadores espirituais, ele permaneceu assentado sobre a “economia” e uma visão mecanicista, industrial da socieade. Descartou e afastou com fogo e espada todo conhecimento sobre as emoções humanas além daquelas conhecidas pela mente consciente. Condenou os impulsos bioenergéticos como sendo “ideologia burguesa”. Repousa sua filosofia do homem numa mente meramente consciente que se sobrepõe aos reflexos e respostas automáticas de Pavlov. Descartou completamente a função de amor. Conseqüentemente, quando encontra  a inércia humana, que se deve à blindagem do biossistema, acredita, inteiramente dentro da lógica de seu ponto de vista, que está lidando com malevolência consciente ou com sabotagem “reacionária” consciente. Novamente de pleno acordo com seu modo de pensar, e subjetivamente honesto (exceção feita ao vilão consciente da política aue encontramos por toda parte), o Fascista Vermelho atira no “sabotador” e o mata. Isto é necessariamente assim, uma vez que, para este tipo de pensamento, o que um homem faz ou não deve-se somente à determinação e resolução consciente. Acreditar no contrário, aceitar a existência de um domínio humano além da vontade consciente, e com ela a existência e poder de um domínio psíquico inconsciente, de uma estrutura rígida de caráter, de um impedimento antiqüíssimo do funcionamento bioenergético, minaria imediata e irrecuperavelmente o próprio fundamento do sistema total de supressão do “sabotador do Poder do Estado”. (Não importa agora se “proletário” ou não.) De um só golpe, isso revelaria o HOMEM como ele é, e o interesse seria dos “capitalistas”, que não são mais do que os resultados últimos de uma economia da humanidade blindada, desamparada, estacionária. Isso revelaria o verdadeiro caráter capitalista do sovietismo. Todo o sistema de opressão arqui-reacionária da Vida viva, a confusão total sob a máscara de uma ambição “revolucionária”, inevitavelmente entraria em colapso.

Eis a influência do pensamento em termos de “uma mente consciente” isolada, sobre a ação social.Imaginemos agora, por um momento, que os psicanalistas tivessem adquirido poder social em algum país. A partir de seu ponto de vista da existência de uma mente inconsciente, eles admitiriam um vasto domínio da existência humana para além da vontade consciente. Ao se defrontarem com o “imobilismo” da humanidade, eles o atribuiriam aos “maus” desejos inconscientes de um tipo ou de outro. Seu remédio seria “tornar a malevolência consciente”, para exterminar o inconsciente maligno. É claro que isto não adiantaria, da mesma forma que adianta no tratamento de um neurótico, uma vez aue a malevolência em si é o resultado da blindagem total do corpo, e o “inconsciente maligno” é o resultado da supressão da vida natural na criança; um “Eu não farei” se sobrepõe a um “EU NÃO POSSO” silencioso. Esta imobilidade, expressa como um “Eu não posso”, é naturalmente inacessível a meras idéias ou persuasão, uma vez que é o que a biofísica do orgone chama “ESTRUTURAL”, i.e., emoção congelada. Em outras palavras, é uma expressão do ser total do indivíduo, inalterável, exatamente do mesmo modo como a forma de uma árvore crescida é inalterável.

Assim, um imperador, ao basear suas tentativas de melhorar o quinhão humano em tornar consciente o inconsciente e na condenação do inconsciente maligno falharia miseravelmente. A mente inconsciente não é a última coisa nem a última palavra. Ela própria é um resultado artificial de processos muito mais profundos, a supressão da Vida na criança recém-nascida.

A Orgonomia sustenta a concepção de que a letargia e o imobilismo humanos são a expressão exterior da imobilização do sistema bioenergético, devido à couraça crônica do organismo. O “Eu não posso” aparece como um “Eu não farei”, não importa se consciente ou inconscientemente. Nenhuma sondagem consciente, nenhum esforço para tornar consciente o inconsciente, jamais poderá perturbar o bloqueio maciço da vontade e da ação do homem. É necessário, no indivíduo singular, quebrar os bloqueios, deixar a bioenergia voltar a fluir livremente e assim aumentar a motilidade do homem, que, por sua vez, resolverá mjuitos problemas decorrentes da inércia no pensamento e na ação. Mas uma imobilidade básica permanecerá. A estrutura de caráter não poder ser mudada basciamente, da mesma forma que uma árvore que cresce torta não pode ficar reta novamente.

Conseqüentemente, o orgonomista nunca aspirará a quebrar os bloqueios da energia vital na massa da humanidade. A atenção se concentrará, conseqüentemente, sobre as crianças recém-nascidas por toda parte, sobre as crianças que nasceram sem courança, plenamente móveis. Evitar a imobilização do funcionamento humano e com ela a malevolência, o estacionar por séculos, a resistência a qualquer tipo de movimento ou inovação (“sabotagem” em termos dos Fascistas Vermelhos), torna-se a tarefa básica. É a Peste Emocional do homem, nascida desta mesma imobilização, que combate a Vida viva, móvel nas crianças recém-nascidas e induz à blindagem do organismo. Portanto, a preocupação é a peste emocional e não a mobilidade do homem.

Esta orientação básica exclui, naturalmente, qualquer tipo de abordagem política ou ideológica ou meramente psicológica dos problemas humanos. Nada pode mudar enquanto o homem estiver encouraçado, uma vez que toda miséria deriva da couraça e da imobilidade do homem que cria o medo ao vivo, ao vivo móvel. A abordagem orgonômica não é nem política nem sociológica apenas; não é psicológica; ela se desenvolveu a partir da crítica e da correção das hipóteses psicológicas da psicanálise de que há um inconsciente absoluto, de que o inconsciente é o dado último do homem, etc., e também a partir da introdução da biopsiquiatria no pensamento socioeconômico. É BIOLOGICA DE BIOSSOCIAL, fundando-se na descoberta da Energia Cósmica.

A criança recém-nascida, assim, passa  a ocupar, naturalmente, o centro da medicina preventiva e da educação. Desta maneira, o princípio comum da humanidade é obtido, não como um ideal pelo qual se esforçar, não como um programa político a ser conduzido pelos encontros e manifestações de massa, mas como o foco da raiz mais profunda da humanidade, como alicerce, para se construir sobre ele: construir como um engenheiro constrói uma ponte ou um arquiteto constrói uma casa, e não como o Fascista Vermelho constrói seu império sobre o homem e sua sociedade, com a ajuda da difamação e delação e espiões e enforcamentos. Modju é como se chamam os milhões de pequenos destruidores da esperança humana; o “pobre sujeitinho”, tão insignificante que ninguém até agora demonstrou interesse suficiente em fixar o olhar nele e deter suas malignas atividades subterrâneas.

A Orgonomia, que é a compreensão factual da “Energia Orgone Cósmica” universal (“Deus”, “Éter”), diz respeito tanto ao Cristão como ao antigo pensamento hindu oriental, à profundeza de existência cósmica do homem. Basicamente, não está em desacordo com o pensamento religioso. Difere do pensamento religioso por sua concretitude na formulação do conceito de Deus, e por sua insistência no ponto de vista bioenergético, INCLUSIVE O GENITAL, evitado em todos os outros sistemas de pensamentol. Mas, basicamente, a orgonomia opera exatamente no mesmo domínio que a Cristandade e o hinduísmo, muito mais profundamente que qualquer concepção tecnológica, materialista ou mecanicista das raízes do Homem na Natureza. Não há nenhuma contradição às premissas básicas de Cristo na Orgonomia, embora haja muito desacordo com relação à mitologia cristã de Cristo.

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