CHE GUEVARA CONTINUA INCOMODANDO 40 ANOS DEPOIS DE SUA MORTE


Ernesto Guevara de la Serna, o determinadíssimo e incoercível guerrilheiro latino-americano, morria em 8 de outubro de 1967, na selva boliviana, odiado e temido pelo imperialismo americano e pela burguesia transnacional, contra os quais dedicou sua vida, na revolução armada, sem vacilar, até o ponto de ser capturado, fuzilado e sepultado numa cova clandestina e coletiva no coração da América do Sul. O pavor do imperialismo era tão grande, que não podia preservar sequer a identidade do cadáver de seu grande inimigo. E para exorcizar definitivamente o homem que deu a vida em prol da libertação, ainda não alcançada, da humanidade da escravidão assalariada, a mídia burguesa tratou de eternizá-lo na forma de inócuo e inofensivo ícone pop, presente em todas as estampas de tecidos e nos mais diversos badulaques, como chaveiros e canetas – até mesmo em calcinhas e no biquíni usado pela perua Gisele Bündchen em um desfile de moda (o que bastou para escandalizar a redação da filial brasileira do grupo americano Time-Life, a revista “Veja”, desta semana).

Sob o título de “Che, a farsa do herói – verdades inconvenientes do guerrilheiro altruísta, quarenta anos depois de sua morte”, a servil e direitosa revista “nacional”, editada no último dia 3 de outubro, se esmera em matéria de capa, que ocupa 10 páginas, em apresentar o Che como um fanático comunista comedor de criancinhas, “assassino cruel e maníaco”, “apologista da violência, voluntarioso e autoritário”, cujo “retrato clássico – feito pelo cubano Alberta Korda em 1960” “foi parar no biquíni de Gisele Bündchen, no braço de Maradona, na barriga de Mike Tyson, em pôsteres e camisetas”.

Para tanto o periódico, sem mencionar o profundo senso de justiça social, humanidade, e a ingenuidade da dedicação ao “trabalho voluntário” braçal por ele exercido aos domingos, na reconstrução da Cuba espoliada até o estertor pela ditadura de Fulgêncio Batista e pelo domínio norte-americano, enfatiza, devidamente descontextualizado das circunstâncias da guerra de guerrilhas e da revolução, o papel de Che como comandante de frente guerrilheira ou do quartel onde, após a vitória, se levava os ilustres burgueses cubanos (em nome de cujas fortunas e luxuoso e fútil sadismo, milhares de trabalhadores, mulheres e crianças padeciam a própria morte em vida ou morriam um pouco todo dia, de fome, miséria e excesso de trabalho nos canaviais, em verdadeiro regime de escravidão) para o fuzilamento no “paredón”. Que, aliás, apesar de ser pedido aos gritos pelo povo oprimido (e não imposto pela “ditadura comunista de Fidel”), me parece forma muito branda de eliminação dos parasitas exploradores e da peste emocional. Pois um latifundiário ou burguês morto a balas ainda conserva o pescoço, o que é um perigo! Ainda há chance – mesmo remota – de ser “ressuscitado”. Eficientes e espertos mesmo eram os jacobinos de Robespierre, na Revolução Francesa, que usavam a guilhotina, a qual, separando a cabeça do corpo, eliminava toda possibilidade de falha na execução dos “altruístas” nobres da Corte de Versalhes.

No mundo de “Veja” as revoluções se fazem sem sangue… e sem mudanças, é claro. E os puros e educados empresários capitalistas, de punhos brancos e rendados são ótimas, bem-humoradas e afáveis pessoas que não sujam as mãos com o sangue e o suor alheio, portando um fuzil ou uma faca… Isto porque contam com a colaboração de seus lacaios gerentões e contra-mestres, e dos próprios trabalhadores oprimidos e conformados, que vão morrendo aos poucos de cansaço, fome e auto-violentação psicológica todo dia! O crime do lucro e do luxo capitalista, em nome do qual empresários e o próprio Estado (este na guerra predatória e repressora) matam milhões pelo mundo todos os dias é admitido e celebrado pela mídia, na medida em que ocorre de forma surda e “higiênica” nas empresas, ou longe dos olhos “inocentes” de doutores e jornalistas de gabinetes, praticado pela polícia a serviço do regime em becos perdidos, ou abertamente pelos exércitos “humanitários” e defensores da “democracia e dos direitos humanos” no Iraque ou no Haiti, por exemplo. Mas nem por isso George Bush ou Gerdau são qualificados pela mídia de sanguinários e desumanos. E Roosvelt e Churchill (dirigentes dos Estados Unidos e da Inglaterra na Segunda Mundial), responsáveis (ainda bem!) pela morte de milhares de nazistas (e mesmo da população civil não engajada) na Europa são celebrados como heróis, e verdadeiros “santos” laicos pela cultura oficial.

Mas até aí, tudo bem. A caracterização da horrível “violência revolucionária” é uma questão de ponto de vista, admissível e verificável “cientificamente”. O problema é que “Veja” (que no mesmo número celebra “imparcialmente” – às páginas 60 e 61 – a fala do falso socialista, e moderno fascista, Luís Inácio Lula da Silva na ONU, sobre o bio-combustível) para desmistificar e revelar o verdadeiro caráter do Che (“cruel e fanático”), cita justamente entrevistas com imparcialíssimos dissidentes do regime cubano, ex-membros da classe proprietária exilados em Miami e nada mais, nada menos que o agente da CIA Félix Rodríguez (que presenciou a execução do Che).

E a matéria, para coroar sua neutralidade científica e sociológica, se trai da forma mais infantil no discurso anti-comunista, com frases como : “Por suas convicções ideológicas, Che tem seu lugar assegurado na mesma lata de lixo onde a história já arremessou há tempos outros teóricos e práticos do comunismo, como lenin, Stalin, Trotsky, Mao e Fidel”, ou “COMUNISMO: Depois da queda do Muro de Berlim, a ideologia será lembrada sobretudo como a responsável pela morte de 100 milhões de pessoas”. E cai no ridículo da desconstrução histórica ao “denunciar” o óbvio e inconteste fato de que, após a execução, os soldados do exército boliviano (que servia a um regime fascista e subserviente ao colonialismo yankee) “limparam Che para a foto” de seu cadáver, que “sujo, vestido de trapos e calçado com o que sobrou de uma botina artesanal de couro”, “usava um calço em um dos calcanhares, provavelmente para corrigir uma diferença de tamanho entre uma perna e outra”.

É bem verdade que Che Guevara não era nenhum “Ghandi” ou uma “madre Teresa de Calcutá”. Foi revolucionário, e como tal usou da violência contra a violência maior do capitalismo. E não tinha o hábito, tão celebrado e confortável à mídia burguesa, de deixar-se prender em protestos públicos, sem reação, para escandalizar e desarmar a polícia imperialista, o que – desde Ghandi – tornou-se uma atitude completamente inofensiva para os agentes da opressão social e política (que, não tendo a “finesse” e “boa educação” dos pobres soldados e policiais britânicos bitolados no moralismo ainda meio vitoriano do início do século XX, hoje em dia dão gargalhadas de semelhante atitude bufa e ingênua). E muito menos era dedicado à mansa “caridade” do assistencialismo social, que, distribuindo migalhas entre os desvalidos, evita sua revolta contra a dominação e mantém convenientemente os privilégios dos nossos “donos”, para desgraça da maioria da humanidade (sob este ponto de vista, Lula devia ser canonizado como a Madre Teresa de Calcutá de barbas da América do Sul).

Como anarquista que sou, admito mesmo que o Che era um tanto filho do “fascismo vermelho”. Mas, entre tantos “defeitos”, possuia uma qualidade que é responsável pela sobrevivência histórica de sua figura, pela tentativa de integração e aculturação de seu mito “demoníaco” (a sombra da personalidade inconsciente dos psicológos junguianos) pela mídia capitalista e pelo incômodo que causa ainda hoje, ao ponto de suscitar a descabelada matéria da “Veja”, tão empenhada em demonizá-lo. E esta qualidade era o profundo ódio à injusta e massacrante opressão dos patrões e seus lacaios (os modernos “senhores de escravos”) sobre a grande maioria da humanidade, e a capacidade de jamais ceder ou desistir em sua luta pela derrocada do capitalismo, a ponto de colocar em risco a própria vida (o que é próprio de todo revolucionário legítimo). Assassino, incompetente, fanático, ou não, Che jamais poderá ser acusado de covardia. Sustentou até o final as conseqüências de seus atos e, se pediu clemência ao inimigo imperialista ao ser capturado (o que a matéria “demistificante” pretende fazer crer, citando o depoimento de um tenente do exército boliviano), fez apenas o que é próprio de todo ser humano diante da morte – e que não o impediu de levar a guerrilha no altiplano até este ponto. Che sabia que, sem apoio dos camponeses locais, traído pelo Partido Comunista Boliviano (fiel ao imperialismo soviético), e sem condições de resistência, cedo ou tarde, seria cercado pelo inimigo. E era mais fácil, ao invés da humilhação da derrota, ter se suicidado.

Mas, na verdade, o supremo “pecado” do ateu totalitário “Ernesto”, que o puritanismo de empréstimo da mídia brasileira pró-yankee não suporta, é conspurcar simbolicamente um dos ícones do falso hedonismo do capitalismo “pós-moderno”. Afinal, a figura do barbudo revolucionário cobrindo a buceta da dondoca modelo está, de certa forma, “estuprando” o “puro” símbolo do prazer burguês, cuja imagem se oferece à ralé para que babe na contemplação da volúpia glamourizada, que só ao explorador é reservada!

Ubirajara Passos

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5 comentários em “CHE GUEVARA CONTINUA INCOMODANDO 40 ANOS DEPOIS DE SUA MORTE

  1. Virginia Matos disse:

    A matéria é doentia, a visão pessoal dos jornalistas não, pois cada um tem uma visão própria do seu mundo particular e tira as conclusões que querem, porém como mídia a revista deveria se informar melhor em todas as questões envolvidas. Nenhuma forma de mídia pode expor sua opinião pessoal sobre qualquer assunto, e sim mostrar opiniões diversas de todo um contexto e deixar a conclusão final para os leitores.
    Sabe-se que para ter opinião é preciso ter conhecimento, e os jornalistas da Veja realmente são uns desinformados e contamidados por opiniões que visam manipular a opinião pública. A matéria é digna de repórter amador de folhetim barato. Até mesmo o cheiro de Che, e se tomava banho ou não, foi questão RELEVANTE usada para queimar sua imagem. Isto é ridículo, para não dizer aético, fútil, e material de amadores, e não jornalistas. Para ter opinião também é preciso ter uma visão crítica do mundo. CHE NÃO FOI VILÃO NEM HERÓI, foi apenas um homem comum que lutou por aquilo em que acreditava, e, mais ainda, deu a vida, ou melhor sua vida não era nada diante do seu ideal, quem o transformou em herói foi o povo, somente o povo pode dar o troféu de herói a alguém.
    Homens assim são merecedores não só de admiração, como, e principalmente, RESPEITO. É fácil ficar com a boca encancarada cheia de dentes esperando a morte chegar (Raul), criticando àqueles que têm a coragem da luta. Não se questiona a causa, valoriza-se a luta por ideais, e somente aqueles que diferenciam Interesses de Ideiais podem entender o que estou falando, não é o caso dos jornalistas da tal revista. Fala-se o tempo todo da corrupção dos nossos políticos, da alta carga tributária do país, da falta de educação, saúde, segurança, e no entanto, não se faz nada para mudar a situação. VIDA ETERNA A TODOS OS HOMENS QUE TIVERAM CORAGEM DE LUTAR POR AQUILO EM QUE ACREDITAVAM: Gandhi, Jesus Cristo, Lutero, Luther King, Lampião e seus cangaçeiros, e, porque não, Bin Laden? O que se questiona não é a causa, o que se admira, e os torna heróis, é puramente a coragem da luta, de dar a vida por aquilo em que acreditam, e a luta essa, SUPOSTOS JORNALISTAS, é de David contra Golias, aos olhos dos covardes: uma luta impossível, mas um sonho realizável aos olhos dos defensores das suas causas.Todas as lutas (independente da causa) são válidas. Se todos nós lutássemos por aquilo em que acreditássemos o mundo seria diferente. Se todos os sem terra, sem teto, sem educação, sem emprego…. se todos fossem às ruas e lutassem, dessem a vida para tornar seus sonhos reais, teríamos o rosto de cada um de nós também estampado nas camisetas. CHE HOJE E SEMPRE, REVOLUÇÃO HOJE E SEMPRE, TODOS AQUELES QUE TIVERAM A CORAGEM DE LUTAR CONTRA UM SISTEMA OPRESSIVO DE SUBORDINAÇÃO, SÃO DIGNOS DE RESPEITO (independente da causa).VIVA BIN LADEN E QUE SURJAM VÁRIOS OUTROS BIN LADEN PARA TERMOS A CERTEZA QUE ALGUÉM NESSE MUNDO DE ESCRAVIzADOS PELO PODER DOMINANTE TEM A CORAGEM DE DAR UM TAPA NO ROSTO DOS PODEROSOS (NO CASO OS EUA) MESMO SENDO UM GRÃO DE AREIA NO UNIVERSO. Reflitam, supostos jornalistas (que devem ter estudado em escola militar). Tratando de jornalista É SENCIONALISMO MESMO, QUEREM GANHAR DINHEIRO ÀS CUSTAS DA DIFAMAÇÃO DA IMAGEM DE CHE, depois do caso Cicarelli isto virou moda neste bendito país de intelectuais feitos esses “benditos” jornalistas: Os EUA deu uma recompensa exorbitante para aquele que entregasse Bin Laden, isto num país de miseráveis famintos de necessidades básicas como comida e remédios, e o que esse povo fez? além de não entregar Bin Laden, este se tornou mais forte, e aos olhos desse povo se tornou um herói, aí eu pergunto SERÁ NORMAL DAQUI A 40 ANOS A VEJA ESCREVER EM SUA CAPA…. BIN LADEN A FARSA DO HERÓI??????? (então a farsa é uma mentira do povo).Aquele povo tem amor à causa, dão a vida por ela e são dignos de respeito também. SE FOSSE NO BRASIL…. PESSOAS POR MUITOS MENOS ENTREGARIAM PARA BUSH ATÉ A PRÓPRIA MÃE, ATÉ MESMO PARA UM VISTO PARA MORAR NOS EUA, OU POR UMA DENTADURA, UM LIGAMENTO DAS TROMPAS, ASSIM COMO VENDEM O VOTO AOS POLÍTICOS CORRUPTOS DESTE PAÍS, e vocês “jornalistas”… o que acham de fecharem a boca e pegarem a causa de moralizar a política brasileira, por exemplo, escrevendo sobre ética, e notícias para que os leitores reflitam e tirem sua visão própria da matéria? ao invés de sair por aí falando daquilo que desconhecem?? A VEJA ESCREVEU TAL MATÉRIA, E FOI MATÉRIA DE CAPA, PARA VENDER REVISTA, NÃO SE IMPORTANDO COM A HISTÓRIA, E COM OS LEITORES CRÍTICOS QUE ELA AINDA POSSUI. ELA CONSIDEROU TODOS OS SEUS LEITORES MEROS CURIOSOS DA VIDA ALHEIA QUE QUERIAM SABER AS MENTIRAS SOBRE CHE. PORQUE NÃO ESCREVERAM UMA MATÉRIA ESPECIAL COM TODOS OS GENERAIS DA DITADURA MILITAR E O QUE FIZERAM NESTE PAÍS? PORQUE NÃO ESCREVEM SOBRE O PODER SOS EUA E A CARÊNCIA DA ÁFRICA? ISSO NÃO DAR DINHEIRO NÃO VENDE REVISTA, FALAR MAL DA VIDA PARTICULAR DE FAMOSOS VENDEM MAIS NÃO É MESMO. ALGUÉM SABE INFORMAR SE ALGUM GRUPO AMERICANO COMPROU A EDITORA ABRIL?????

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  2. A título de esclarecimento, lembro que a Editora Abril (a proprietária de Veja) possui uma antiquíssima parceria com o grupo editorial yankee, ligado ao conservador Partido Republicano, Time-Life, cujas enciclopédias e livros são editados no Brasil pela empresa fundada por Victor Civita (casualmente nascido em Nova York,USA, em 1907), o que se pode verificar por uma simples pesquisa no Google ou em artigos livrescos do Mercado Livre.
    Conforme o depoimento do ex-funcionário da editora “brasileira”,Cláudio de Souza (no livro “O Homem-Abril”, do jornalista Gonçalo Júnior, Ópera Gráfica Editora, São Paulo – SP, 2005) o fundador da Abril foi o intermediário entre a Time-Life e Roberto Marinho, na constituição do capital da Rede Globo (cujo sócio majoritário foi o grupo norte-americano) e só não serviu ele próprio de testa-de-ferro da multinacional, na constituição da emissora, por não ser brasileiro – ficando-lhe vedada pela legislação vigente no início dos anos 1960 a possibilidade legal de possuir empresa de comunicações no país.
    De resto, companheira Virginia Matos, meus mais sinceros, explosivos e entusiásticos parabéns pelo comentário. Muito me alegra e enaltece a atenção a este blog pelos inconformados dispersos e incorrigíveis que, apesar de tudo, ainda existem pelo Brasil.

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  3. buceta disse:

    bucetaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa ñ tem fotos nem nada porcaria

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  4. Bom senso disse:

    Seu come ninquém retardado… Os fatos são contundentes e você é chego. Ainda é a favor do genocídio de inicentes, POIS NINQUÉM TEM CULPA DE TER DINHEIRO, E NÃO SER ILUMINADO E ALCANÇAR A SEPARAÇÃO DA FELICIDADE E DO DINHEIRO. O senhor é um imbecil, uma espécie de nazista as avessas.

    Vai toma no seu cu.

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  5. MARIO ROSE disse:

    Podemos mudar o Brasil com a mobilização popular,
    O MOVIMENTO DE COMBATE À CORRUPÇÃO ELEITORAL
    VOTO NÃO TEM PREÇO, TEM CONSEQÜENCIAS!
    Campanha Ficha Limpa contra a candidatura de políticos em débito com a Justiça
    Veja em:
    http://www.lei9840.org.br/iniciativapopular.htm
    http://www.lei9840.org.br/formulario.pdf

    A Campanha Ficha Limpa foi lançada em abril de 2008 com o objetivo de melhorar o perfil dos candidatos e candidatas a cargos eletivos do país. Para isso, foi elaborado um Projeto de Lei de iniciativa popular sobre a vida pregressa dos candidatos que pretende tornar mais rígidos os critérios de inelegibilidades, ou seja, de quem não pode se candidatar.
    O Projeto de Lei de iniciativa popular precisa ser votado e aprovado no Congresso Nacional para se tornar lei e passar a valer em todas as eleições brasileiras. Para isso, é preciso que 1% do eleitorado brasileiro assine esse Projeto, o equivalente a um milhão e trezentas mil assinaturas.
    “Para participar da Campanha Ficha Limpa é preciso imprimir o formulário de assinatura.
    Depois de assinar e registrar o número do título de eleitor no documento, basta enviá-lo para o endereço SAS, Quadra 5, Lote 2, Bloco N, 1º andar – Brasília (DF) – CEP. 70.438-900. “Para participar da Campanha Ficha Limpa é preciso imprimir o formulário de assinatura.
    Vamos Participar e Divulgar!

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